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1951

BERTIOGA:
Em 1951 a via principal devia ser o que é hoje a Avenida Vicente de Carvalho entre as Avenidas Anchieta e Tomé de Souza.
A ocupação consolidada, limitava-se a partir do canal até a Rua Capitão Moraes desenhando um polígono de aproximadamente 15 hectares, eram poucas casas por quadra e com muitas árvores, algumas casas isoladas e sem arvoredo já se espalhavam pelas quadras dos loteamentos da Vila Tupi e Jardim Lido.
O que é hoje a Viela da Saudade, era o caminho de acesso ao cemitério.
A Rua da Saudade de hoje acabava no entroncamento com a Rua José Rodrigues, já existia um campo de futebol, quem deve ser o responsável pela atual configuração.

Selo de autenticação da foto.



Assinalando:
-A Av. Tomé de Souza e o Jardim, ocuoando a praia;
-A Av anchieta.



Na viela da Saudade existiram três eucaliptos frondosos para este solo de areia, pelo diâmetro que eles apresentavam, bastava para dar credibilidade às histórias de moradores antigos, anteriores a 1951. Outro ponto interessante não é simplesmente saber que o eucalipto é uma árvore exótica, mas a importância que representou ao transporte ferroviário, motivo que justificou sua emigração para o Brasil. Esta emigração, do início do século passado, contemporânea a outras tantas, foi capitaneada pelo Agrônomo Navarro de Andrade,responsável pela introdução e cultivo em 18 hortos florestais no estado de São Paulo, fundados por ele. Estas árvores que estavam no logradouro público, foram testemunhas da história para uma infinidade de acontecimentos, alguns até resgatáveis outros infelizmente não, mas que exatamente por isto eram símbolos do respeito aos nossos antepassados e esperança no futuro. Além de serem seguramente raros exemplares que ainda existiam e exatamente em Bertioga-SP, contemporâneos a este paulista Navarro de Andrade.