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Gestão Municipal Participativa

É fundamental a discussão pelo coletivo, sobre o futuro do coletivo
Nada é isolado, por exemplo: o orçamento é do município para investimentos no município.
Vicente da Carvalho, abriga 20% da população residente efetiva da cidade ( fonte 2010-CDHU), obedecendo por direito, a parte que llhe cabe, fatiando o orçamento, tem pago salário para muita gente, sabe-se lá de quem, no executivo, no legislativo, além de ter com sua parte contribuído para investimentos em outros bairros, até na Riviera, que abriga menos de meio por cento da população residente efetiva de Bertioga.
Ninguém, muito menos político, sabe o que é melhor para a vida de quem tem pago a conta e de caprichos que nunca atenderam função social alguma, a começar pelo reconhecimento da própria sociedade.








Isto é o anti-urbanismo, o anti-planejamento municipal, para a população, só a conta.
Orlandini, Rachid, Lairton, Orlandini.
Ilegalidades...consentidas
Irregularidades....consentidas
Consentidas e incentivadas.
Se não fosse assim, as ferramentas que o poder público municipal sempre dispôs teriam funcionado, e a vontade política seria outra.
Os 100 milhões na dívida do município, (divida chorada, cantada, alardeada) sugere o abandono de imóveis por proprietários, depõe contra a cidade, mas se assim é, pode estar ai a viabilização de uma política habitacional voltada ao direito a moradia, no encontro real de uma função social para a propriedade urbana. Um tema fundamental para a população discutir na revisão do Plano Diretor.