Bertioga-SP

Tupy Correa. Nortear-se pela PAZ E A NÃO-VIOLÊNCIA. vosê é quem diz: "Se eu trair, por interesse ou má-fé, os deveres do meu cargo, ou do meu ministéreio, consinto que minha garganta seja cortada e meu coração arrancado. Assim será".

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Lazer em Bertioga

Passeio para o bertioguense, ou ao turista, suporte a pesca no local e ao passeio de barco, pelo Canal de Bertioga, pelo Rio Itapanhau, ou pelo mar,
a água, o sorvete, a pipoca, o milho verde, o almoço, o lanche, o estacionamento, a isca, o taxi, a pousadada, o carregador, a gasolina, o estacionamento, e tantas coisas passíveis de se imaginar e empreender.


A preocupação do poder público responsável pela conservação, sempre é transparente,
basta olhar e registrar.
O descaso patente esta registrado, e todos puderam, inclusive profissionais envolvidos ao direito e a segurança.
A queda, para muitos não foi surpresa.


Falta de visão, achar que é o carrinho de sorvete quem atrai o turista.
No seu passeio o turista compra sorvete e tantas outras coisas, depois fala de suas lembranças aos seus.


O descaso com o próprio discurso continua.


Sustentabilidade é planejar e executar ações que garantam a vida aos netos dos netos da geração atual.
É hipocresia, dizer-se profissional do urbanismo, político e falar em sustentabilidade agredindo a vida urbana.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS OMITIDAS E SONEGADAS



Bertioga tem um orçamento que pode garantir um gasto diário de 600 mil reais para cada um dos 365 dias do ano.

Bertioga abriga no máximo 3 interesses econômicos que garantem para o município um PIB de 500 milhões de reais

Assim, o que realmente acontece na gestão pública de Bertioga se pode imaginar com uma boa margem de acerto.

Considerando qualquer setor, poder e eminências.

O poder público de Bertioga, está se omitindo, negando duas conferências municipais;

1- conferencia de saúde ambiental que no município teve prazo até 30 de agosto para ser realizada. Envolve-se a responsabilidade do não acontecer, a saúde, meio ambiente, Prefeito, Vereadores, Conselheiros, e então?

2- conferência de comunicação; o mesmo, e daí?

Agora existe uma convocação geral-nacional para a 4º conferência das cidades com orientações e auxílios necessários para sua consecução.

E as conferências da cidade já passadas? 1º, 2º e 3º, quando um dos objetivos da 4º é avaliar os avanços obtidos a partir das conferências anteriores.

Pergunto: Qual o político que pode negar-se da responsabilidade pela omissão do que já foi, ou da que já devia estar acontecendo?

“Conferências que nunca se realizaram”

Alguém mandou, alguém obedeceu.

Quem manda e porque?

Quem obedece e porque?


abaixo cópia do ofício encaminhadoas prefeituras:




ALQUIMIA – A INDIFERENÇA PRIORITÁRIA

"Se não têm pão, que comam brioches" – Maria Antonieta, quando rainha de França e Navarra

Consumistas amam coisas. Pior que isso, cultuam coisas com tamanha devoção que acabam olhando pessoas como se coisas fossem... Muito pior: há pessoas que deixam de sentir e se tornam coisas também... Sorriem. Cumprimentam com delicadeza. Fazem poses quando observadas. Concordam com todos. São mestres em fazer parecer... Não bastasse terem se tornado coisas, querem ser o centro de todas as coisas... Na perda de si próprios, de sua essência, perderam o senso de prioridade. Seu valor principal passou a ser sua imagem, o controle sobre o que os outros vêem de si, e não sua dignidade existencial... São pessoas que não são mais. Apenas têm, ou têm que ter!... Seus sonhos são reféns de coisas e muito antes de lutarem por felicidade, atribuem a felicidade e suas escolhas ao poder econômico... Nem um passo além... São pessoas incapazes de um olhar de gratidão à natureza que as cerca... Incapazes de priorizarem uma criança, sua fome ou sua educação... Gente no limite da insensibilidade... Escolhem deliberadamente o supérfluo, dele vivem e a ele cultuam... O básico não lhes faz sentido... Uma das consequências danosas do consumismo é essa perda de valores e, portanto, da ordem mais óbvia das importâncias... Disso, nasce o progresso desordenado, nasce e se mantém a injustiça social... Somos pessoas, muito antes de reles consumidores, mas muitos não têm mais sonhos imateriais... Pensam poder comprar paz, liberdade ou direitos... Não compreendem o que não tem valor financeiro... Não sentem sequer compaixão. Seu olhar indiferente sobre a dor alheia e a miséria é sua prioridade... Trazendo essa relação narcísica doentia para a escala pública, os que perderam a noção de si mesmos buscam o controle da opinião pública sobre seus feitos, num vale-tudo de imagens que exclui todas as prioridades... Não importa quanto custe nem a quantos humilhe... Não importam urgências, fomes, relentos... Não importa que prejudiquem ao coletivo... E, principalmente, não importa o dinheiro de quem estão usando... Talvez, por isso, haja tantos narcisos ocupados em passar sobre as necessidades e sonhos das pessoas que os sustentam; como fazem ao meio ambiente, os tratores e caminhões dos que realmente representam... A prioridade é entrar para a história, deixar marcas, impor modelos... Ignorar as prioridades da maioria em nome de extravagâncias e desnecessidades mostra a face fria dos que dizem representar a todos, mas representam apenas papéis teatrais... Em tempos de desenvolvimento sustentável, democracia participativa e buscas de cidadania; insistem escolher em nome de outrem, determinar o que eleva a autoestima das pessoas... Caminhando à beira do abismo que os separa da realidade social, ignoram os limites de cansaço da sociedade para a indiferença e o desamor... Prioridades? O que são prioridades?...Prioritário, para algumas pessoas, é presentear a poucos com brioches caros e sonegar o básico à maioria que mal está conseguindo bancar o próprio pão... - Geraldo Varjabedian - [gvarjabedian@terra.com.br]: Escritor, Artista Plástico, Terapeuta Holístico. Apresenta o quadro SUSTENTABILIDADE no Jornal de Bertioga – Rádio Atlântica - AM 590.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

RIO MORREU

Não suportou as feridas!!!

Rio assassinado

Em 1951 foi feito um vôo aerofotogramétrico em Bertioga.

Uma das imagens mostra um curso d’água com foz na praia - Vila Tupi.

Em 1994

Em 2002

A fotografia aerofortogramétrica além da imparcialidade no registro da informação datada,

É instrumento de fé pública.


Um curso natural de água, nunca poderá ser registrado como vala ou canal., muito menos como elefante.

A analise temporal permite deduzir: O desrespeito ao meio ambiente pela ganância do ter e ter mais,


Fotografias de 2009, posicionadas conforme a numeração, sobre planta da Vila Tupi







sábado, 22 de agosto de 2009

PLANO DIRETOR - QUANDO?

Bertioga padece.
Por desprezar seu Plano Diretor,
Lei municipal nº 315/98,
por desprezar o Estatuto da Cidade,
Lei nº 10.257/2001.
Isto a tornou uma cidade sem Planejamento,
Sem diretriz, é uma cidade sem lei.
Sim,
Suas leis acontecem para cumprir formalidades,
para legalizar ilegalidades.
Formalismo legal, mas que não é nada legal.
(Artigo 40 da lei 10.257/2001)
É grande seu passivo social.
Quando se elabora um PPA,
3 já foram, 12 anos, 2002-2013,
Deve-se orientar no planejamento aprovado em lei.
E sem PD, em que pode se basear o PPA?
No casuísmo.
E depois em cadeia, todos os anos,a LDO e a LOA.

A LDO que deve servir de ponte entre o PPA e a LOA.
É negociada e aprovada antes do PPA existir.
E as tabelas, os anexos
que são parte integrante destas leis
são sempre negados à transparência.

Planejar a cidade, em gestão democrática participativa.
Plano Diretor é o foco do Estatuto.
Assim mesmo Bertioga insiste em dizer: “ainda não”.
Improbidade a prefeitos, técnicos e vereadores desde 2002,
não cumpriu o artigo 44 da lei municipal nº315/98,
e de acordo com o artigo 50 da lei 10.257/2001,
por não cumprir o artigo 40 desta mesma lei.

O judiciário até hoje nem viu,
se viu não foi transparente,
ou quem deveria informa-lo,
não fez.
Quem é que sabe?

Dispositivos, amparados na lei,
não aplicados ainda:
-Impacto de vizinhança,
para todas as obras, privadas ou publicas,
de contratação duvidosa ou não;
-regularização fundiária;
-IPTU progressivo;
-outorga onerosa;
-direito de preempsão;
-direito de superfície;
-desapropriação com títulos da divida pública;
-gestão democrática abrangendo o todo o território,
ao alcance de todos seus cidadãos;
-e mais.

A propriedade não deve servir-se à especulação imobiliária,
A propriedade precisa justificar-se numa função social.
(artigo 39 da lei 10.257/2001)

Os prejuízos financeiros aos cofres públicos,
Causados pela não aplicação destes instrumentos,
deveriam ser ressarcidos.

Afinal, se nada aconteceu,
Porque a vontade é submissa.
E qualquer manifestação em legislar,
sobre outros assuntos,
mesmo pertinentes,
sem antes atender a esste passivo,
é deselegância estética,
é deselegância ética.
Povo sem projeto
é o bobo dos poderes.

VILA MILITAR

Adotar código de obra,

Sem adequar a realidade do local.

Pode comprometer a idoniedade

De vários profissionais.

Vila militar.

A luz do código de obras

Aprovou-se uma obra na restinga

criando-se a Veneza Bertioguense

Ao fluxo e refluxo das águas relegou-se o dinheiro público ao esquecimento.

Ninguém foi ninguém viu.

Numa gestão democrática participativa o exercício da co-responsabilidade.

Por enquanto a sociedade só é responsável,

Para pagar a dívida da irresponsabilidade.





segunda-feira, 10 de agosto de 2009

LAMBE-LAMBE

IBGE

BERTIOGA-SP

O IBGE afirma que a Renda Percapita em Bertioga de 10 mil reais por ano. Uma família com 4 pessoas significa um renda de 40 mil reais ano, 3,5 mil ao mês. Renda esta que pelo SEADE no IPRS – Índice Paulista de Responsabilidade Social, Bertioga aparece na 2º melhor colocação entre os 645 municípios paulistas no quesito Riqueza, situação melhor do que todos municípios paulistas com emprego e renda, na indústria, comércio e serviço.

A tabela Empresa e Pessoal tem o registro apenas de 20% da população com remuneração assalariada.

Outra tabela diz que 25% dos bertioguenses vivem na pobreza, 18% abaixo da linha de pobreza e 31% em situação de incidência ao limite superior da pobreza, isto representa 70%. Ai uma concordância para uma pesquisa recente que apresenta um índice alto para a população, que não usa transporte coletivo.

Na educação ele aponta para a presença de aproximadamente mil, alunos por ano escolar, o que significa que fora os desempregados a cada ano o número de oferta de mão de obra aumenta aproximadamente de mil, por estes números dá pra se avaliar o déficit de emprego e renda e ter um parâmetro para planejar o futuro.

Continuando as contradições, na saúde Bertioga registra 69 morbidades hospitalares e o registro civil diz que foram 169 mortes hospitalares.

Bertioga precisa conhecer seu verdadeiro retrato.

O SEADE apresenta.

IPRS Longevidade: 548

IPRS Escolaridade: 600

IPRS Riqueza: 2

O valor do índice corresponde a classificação obtida entre os municípios paulistas, 645.

Quando se divide, está se multiplicando e multiplicar é somar.

http://www.ibge.com.br/cidadesat/topwindow.htm?1

sábado, 8 de agosto de 2009

ERRO OU ENGANO - OMISSÃO

A cidade tem crianças que vão à escola.

Lá ensinamos a elas qual é a área do nosso município.

Uma informação só, parece ser algo tão inofensivo.

Não fosse o Índice de Responsabilidade Social para o estado de São Paulo divulgado pelo SEADE que situa Bertioga entre os 645 municípios paulistas no 600º lugar.

Não devemos depositar nesta diferença, criança, professor, o péssimo desempenho que temos tido nos exames de avaliação. As respostas que o exame nos tem oferecido estão mais do que certas, como servem também para entendermos porque esta resposta tão baixa no Índice Paulista de Responsabilidade Social – IPRS, no quesito educação. Esta diferença de números já é um símbolo, e não tem mais como se omitir esta omissão, esta incorporada até no espírito de quem ainda não nasceu bertioguense.

Junto a esta omissão de quase duas décadas, o poder público assume também a responsabilidade por negar a transparência, um governo solidário, uma gestão democrática participativa direta.

Assim passamos a interpretar o símbolo.

A ação que gera passivo social, só é responsável por ela, mas passivo social, infelizmente só quem paga é a sociedade.

Enquanto não, fazemos, aprovamos, sancionamos e fiscalizamos leis, que deviam ser discutidas e elaboradas com a sociedade, em troca deste copiar e recopiar frases vazias e abstratas, tipo:

“Art. 2°. As Metas e as prioridades para o exercício financeiro de 2009 devem observar as seguintes diretrizes:

I - redução das desigualdades sociais e melhoria da qualidade vida da população;

II - geração de emprego e renda e preservação dos recursos naturais;

III - garantia da segurança pública e promoção dos direitos humanos;

IV - princípio do equilíbrio orçamentário tanto na previsão como na execução orçamentária;

V - Melhoria da infra-estrutura urbana”.

Obs.: este trecho é da LDO para 2010, aprovada em 2009. Onde se lê 2009, deveria ter sido substituído para 2010 por quem copiou.

Em vez de frases vagas copiadas e recopiadas sem atualização, a sociedade deveria participar da discussão, num diálogo transversal e coresponsável, com metas concretas, em cima de índices, valores possíveis de se medir desigualdades e qualidade de vida, números de empregos.

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